O guia do meditante


O processo da meditação


A minha história com a meditação começa em 1999 quando fiz meu primeiro curso, naquele momento percebi que o processo da meditação envolvia observar as sensações da inspiração e da expiração, e até hoje, 20 anos depois este processo participa das minhas práticas.


Durante a meditação observamos a respiração e também os fluxos e refluxos da mente, em busca de um entendimento que como nossa mente funciona, para que assim possamos aprender a lidar com ela.


Em uma linha de meditação que se chama insight entende-se que grande parte das dificuldades experimentadas durante a meditação deve-se ao fato de como chamamos muitas sensações que temos de “minhas”. O insight da dor, por exemplo, revela como vinculamos a ela uma sensação de “eu”, de modo que se torna “minha dor”, em vez de ser uma pura e simples sensação que muda continuamente instante a instante.

Essa jornada interior é explicada em livros escritos por Mahasi Sayadaw, professor de meditação birmanês, de forma prática ele fala sobre como podemos transformar a mente com receitas de hacking mental que são usadas por milênios. Ele também fala que preencher a vida da pessoa com meditação e práticas relacionadas produz notáveis transformações do ser. Permitindo a liberação interior da aflição, da fixação, do foco em si próprio, da ambivalência e impulsividade cotidianos — e que se manifesta como liberdade das preocupações com o eu, serenidade em face de toda dificuldade, uma percepção agudamente alerta do momento presente e preocupação terna com o outro.


Por outro lado, a psicologia moderna, com mais ou menos um século de idade, até pouco tempo não fazia a menor ideia desse alcance do potencial humano. A psicologia clínica, sempre determinada a procurar um problema específico, como ansiedade elevada, e a tentar consertar essa única coisa. Enquanto que a psicologias asiáticas apontam uma lente mais ampla para nossas vidas e ofereciam maneiras de realçar nosso lado positivo.


Além disso, os principais estados da consciência, pela perspectiva da ciência até pouco tempo atrás, eram desperto, dormindo e sonhando — todos os quais com assinaturas de ondas cerebrais distintas. Outro tipo de consciência, é a total absorção na concentração não distraída, o samádi, um estado alterado atingido pela meditação.


A jornada interna


Existem métodos capazes de transformar nossa mente para que ela produza uma profunda sensação de bem-estar. Não precisamos ficar sob o controle da mente, com suas associações aleatórias, medos e fúrias repentinos e tudo mais, é possível assumir o leme.


Um exemplo é uma “varredura” com atenção cuidadosa, observadora, indo da cabeça ao dedão do pé, do dedão do pé à cabeça, passando por todas as muitas e variadas sensações do corpo. Ao fazer este exercício começamos a vislumbrar uma sensação de serenidade serenidade e bem-estar.


O guia de viagem


Segundo Visuddhimagga, que até hoje é considerado um dos grandes guias de meditação, os pontos de referência experienciais ao longo do caminho para resultados meditativos são delineados casualmente. Por exemplo, o caminho da concentração começa com um mero foco na respiração, o que para os iniciantes, isso significa uma dança oscilante entre o foco pleno e a mente divagante.


No início, o fluxo de pensamentos corre como uma catarata, o que às vezes desencoraja os iniciantes, que sentem a mente escapar do controle. Na verdade, a sensação de torrente de pensamentos parece se dever ao fato de prestarmos atenção detida ao nosso estado natural, que as culturas asiáticas apelidaram de “mente de macaco”, por sua aleatoriedade furiosamente frenética.


À medida que nossa concentração aumenta, pensamentos divagantes perdem a força, em vez de nos conduzirem para algum lugar profundo da mente. O fluxo de pensamentos corre mais devagar, como um rio — até finalmente repousar na imobilidade de um lago, como nos informa uma antiga metáfora para predispor a mente na prática da meditação.


O foco sustentado, propicia o primeiro grande sinal de progresso, a “concentração de acesso”, em que a atenção permanece fixa no alvo escolhido, sem divagar. Com esse nível de concentração vêm as sensações de deleite e calma e, às vezes, fenômenos sensoriais como clarões luminosos ou uma sensação de leveza corporal.


Assim como o lodo revolvido, ao assentar no fundo da lagoa, nos permite ver através da água, o aplacamento de nossa torrente de pensamentos permite que observemos nosso maquinário mental com maior clareza. E assim nos tornamos mais conscientes da nossa realidade, o que nos permite decisões e atitudes mais sensatas.


Estes são os primeiros passos rumo a nossa revolução interna.


Se você realmente quer se comprometer com a sua mudança e tornar a meditação um hábito na sua vida, clica neste link e entra em contato comigo que eu te ajudo: http://bit.ly/meditarcomagabi


Com amor,

Gabi



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